Eu nasci num recanto de São Paulo
Aqui onde tem tanto trabalho
Onde dizem não ter a graça que o Rio tem
Mas tá claro que é pirraça de alguém
Passei a vida estudando
Correndo torto atrás de bola
Com uma coisa na cabeça encasquetando
Tentando entender a velha história
Por que aqui não tem malandro
Se pra ele a vida é a escola
Se aqui a labuta é mais disputada
O malandro devia levar vantagem
Ninguém sabe ganhar tanto tempo
Entornar o patrão na vadiagem
Mas malandro não rodeia
Acha lugar no ônibus lotado
Come fruta de graça na feira
Não tem nada roubado
Que roubo é coisa feia
Queria entrar nessa escola
Aprender a ser mandraque
Pois se o malandro se esconde
Deve estar por essas partes
Só que malandro não ensina
Não pode dar asa à cobra
Quem nasce ave de rapina
Não precisa aprender
Não pede esmola
Tem uma vaga aí nessa escola?
Marcelino
domingo, 31 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Hoje eu vim
Pra fazer um comunicado
Eu que vivo sempre apaixonado
Encontrei alguém pra mim
Eu sabia, Mais dia menos dia
Ia cantar minha alegria
Alguém que se vire pra fazer a melodia
Quero que façam um samba
Que faça ela dançar
Que faça seu corpo, maravilhoso esquentar
Fim de semana não fico mais preso no meu quarto
Hoje tenho cinema, amanhã tenho teatro
Hoje é 1º de maio, me sinto tão feliz
O próximo feriado vou passar como eu sempre quis
Amanhã vou à Igreja de Nossa senhora Aparecida
Agradecer essa reforma que ela fez na minha vida...
Marcelino
Pra fazer um comunicado
Eu que vivo sempre apaixonado
Encontrei alguém pra mim
Eu sabia, Mais dia menos dia
Ia cantar minha alegria
Alguém que se vire pra fazer a melodia
Quero que façam um samba
Que faça ela dançar
Que faça seu corpo, maravilhoso esquentar
Fim de semana não fico mais preso no meu quarto
Hoje tenho cinema, amanhã tenho teatro
Hoje é 1º de maio, me sinto tão feliz
O próximo feriado vou passar como eu sempre quis
Amanhã vou à Igreja de Nossa senhora Aparecida
Agradecer essa reforma que ela fez na minha vida...
Marcelino
sábado, 14 de março de 2009
Querida não tente entender
Felicidade é coisa pra se viver
Não perca o tempo que tem pra sorrir
Se preocupando com o que nem está por vir
Pegue teu carro e pise fundo
Vá a pé conhecer o mundo
Esqueça as besteiras de ontem
Deixe que os outros te contem
Venha comigo sentir seu corpo suar
É a alegria que você prende ameaçando se soltar
Saia da sua cidade corra o universo
Se perca, deixe tudo submerso
Não há sentido em duvidar
Querer saber antes no que vai dar
Você sente que será bom
Percebe quem tem o dom
A presidência é chata demais para nós
Muita perseguição, vamos ficar a sós
Vamos fugir por aí, ficar à toa
Encher de vontade as pessoas
Pegue essa mochila, toque a campainha
Essa vida só pode ser sua e minha
Deixa pra lá quem tenta te controlar
Como eles podem saber onde queremos chegar?
São fracos demais para nós!!!
Marcelino
Felicidade é coisa pra se viver
Não perca o tempo que tem pra sorrir
Se preocupando com o que nem está por vir
Pegue teu carro e pise fundo
Vá a pé conhecer o mundo
Esqueça as besteiras de ontem
Deixe que os outros te contem
Venha comigo sentir seu corpo suar
É a alegria que você prende ameaçando se soltar
Saia da sua cidade corra o universo
Se perca, deixe tudo submerso
Não há sentido em duvidar
Querer saber antes no que vai dar
Você sente que será bom
Percebe quem tem o dom
A presidência é chata demais para nós
Muita perseguição, vamos ficar a sós
Vamos fugir por aí, ficar à toa
Encher de vontade as pessoas
Pegue essa mochila, toque a campainha
Essa vida só pode ser sua e minha
Deixa pra lá quem tenta te controlar
Como eles podem saber onde queremos chegar?
São fracos demais para nós!!!
Marcelino
domingo, 22 de fevereiro de 2009
A morte do homem apaixonado
Foi motivo de comoção
Entre todos os conhecidos
Desceu sob palmas, flores, salva de tiros
Mesmo de quem lhe havia desprezado
O caixão embalsamado levando,
Além do corpo tudo
O que tinha perdido
A morte do homem apaixonado
Foi notícia em toda vila
Entristeceu o povoado
Ninguém queria que perdesse a vida
Quem tanto amor tinha doado
A morte do homem apaixonado
Abriu corações e prantos
Fez dele um adorado
Tornou sua poesia em cantos
A morte do homem apaixonado
Criou um mito
Quem já o tinha ignorado
Festejava aos gritos
Que ele as tinha bajulado
Mas parecia ter esquecido
Sua parte no ocorrido
O sofrimento acumulado
A morte do homem apaixonado
Tornou-o famoso e lido
Mas fez perder o único sentido
Em toda sua intenção
Que fosse um dia para alguém
A única paixão
Marcelino
Foi motivo de comoção
Entre todos os conhecidos
Desceu sob palmas, flores, salva de tiros
Mesmo de quem lhe havia desprezado
O caixão embalsamado levando,
Além do corpo tudo
O que tinha perdido
A morte do homem apaixonado
Foi notícia em toda vila
Entristeceu o povoado
Ninguém queria que perdesse a vida
Quem tanto amor tinha doado
A morte do homem apaixonado
Abriu corações e prantos
Fez dele um adorado
Tornou sua poesia em cantos
A morte do homem apaixonado
Criou um mito
Quem já o tinha ignorado
Festejava aos gritos
Que ele as tinha bajulado
Mas parecia ter esquecido
Sua parte no ocorrido
O sofrimento acumulado
A morte do homem apaixonado
Tornou-o famoso e lido
Mas fez perder o único sentido
Em toda sua intenção
Que fosse um dia para alguém
A única paixão
Marcelino
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Nessa noite longa em que me calo
Por que não interessa que alguém me ouça
Minha cabeça parece pia de louça
Onde se joga tudo e se entope o ralo
As idéias me pesam como mau hálito forte
Não se deixam nunca esquecer
Quando só quero adormecer
Roubam meu sono me passando trote
Jogando coisas que já esqueci
Trazendo momentos do passado
Besteiras que já tinha guardado
Verdades que nunca vivi
Transborda de histórias meu quarto
Devaneios loucos a passear
Como um vento intenso que ouço soprar
Quando tento descansar
Já farto de toda essa estranha epidemia
Que faz meu sono adoecer
E o cansaço me deixar
Já sinto uma forte arritmia
Antes de enlouquecer
Termino isso e vou relaxar
Marcelino
Por que não interessa que alguém me ouça
Minha cabeça parece pia de louça
Onde se joga tudo e se entope o ralo
As idéias me pesam como mau hálito forte
Não se deixam nunca esquecer
Quando só quero adormecer
Roubam meu sono me passando trote
Jogando coisas que já esqueci
Trazendo momentos do passado
Besteiras que já tinha guardado
Verdades que nunca vivi
Transborda de histórias meu quarto
Devaneios loucos a passear
Como um vento intenso que ouço soprar
Quando tento descansar
Já farto de toda essa estranha epidemia
Que faz meu sono adoecer
E o cansaço me deixar
Já sinto uma forte arritmia
Antes de enlouquecer
Termino isso e vou relaxar
Marcelino
Eu hei de ouvir
Eu hei de cantar
Quando você estiver aqui
Eu hei de cantar
E mais triste tocar
Quando você não estiver
Até você chegar
Porque sua voz me faz sentir
Seu rosto me faz amar
Seu corpo me faz sonhar
Quando você estiver aqui
Eu vou cantar
Pra você não me deixar
E quando você partir
Eu vou cantar
Pra que você não demore a voltar
Porque meu coração
Não tem outra razão ou circunstância
Não suporta manter distância
De você...
Marcelino
Eu hei de cantar
Quando você estiver aqui
Eu hei de cantar
E mais triste tocar
Quando você não estiver
Até você chegar
Porque sua voz me faz sentir
Seu rosto me faz amar
Seu corpo me faz sonhar
Quando você estiver aqui
Eu vou cantar
Pra você não me deixar
E quando você partir
Eu vou cantar
Pra que você não demore a voltar
Porque meu coração
Não tem outra razão ou circunstância
Não suporta manter distância
De você...
Marcelino
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Uma dança, um amor, uma dor
Qualquer semelhança com Chico Baurque é mera coincidência... mas estou tentando sim!!!
Você se faz de desentendido
Dis que não há motivo
Pra eu me emburrar
Eu bem sei
Depois do caminho percorrido
Achei que fossêmos amigos
Mas já quis acelerar
Não sei por quê
Você estava parado
Eu cheguei de papo furado
Te chamando pra dançar
Não sei por quê
Você disse que não queria
Que dali observaria
Só queria relaxar
Eu bem sei
Eu fiquei te fitando
Outra menina chegando
Cochichando em seu ouvido
E você saindo pra dançar
Eu acho que é minha culpa
Como pude ser tão burra
Oferecida e coisa e tal
Nem eu sei
Fico com o coração aflito
Com o peito doído
Enquanto você vai aproveitar
Eu bem sei
Sei que mais dia menos dia
Vou te dizer o que queria
E você vai me beijar
Não sei por quê
E vou sonhar feliz
Com o que você me diz
Antes de me deixar
Eu já sei
Marcelino
Você se faz de desentendido
Dis que não há motivo
Pra eu me emburrar
Eu bem sei
Depois do caminho percorrido
Achei que fossêmos amigos
Mas já quis acelerar
Não sei por quê
Você estava parado
Eu cheguei de papo furado
Te chamando pra dançar
Não sei por quê
Você disse que não queria
Que dali observaria
Só queria relaxar
Eu bem sei
Eu fiquei te fitando
Outra menina chegando
Cochichando em seu ouvido
E você saindo pra dançar
Eu acho que é minha culpa
Como pude ser tão burra
Oferecida e coisa e tal
Nem eu sei
Fico com o coração aflito
Com o peito doído
Enquanto você vai aproveitar
Eu bem sei
Sei que mais dia menos dia
Vou te dizer o que queria
E você vai me beijar
Não sei por quê
E vou sonhar feliz
Com o que você me diz
Antes de me deixar
Eu já sei
Marcelino
Por que esse nome deram
Pra algo tão obscuro
Que todo mundo espera
Por isto chamado futuro?
Pra muitos o pedido é comum
Normalmente entrar no rol
Das modelos a desfilar pelo mundo
Ou dos jogadores de futebol
O futuro me reservou uma surpresa
E então me formou poeta
Que como cigano com cartas na mesa
Equilibro na cabeça as palavras em ordem certa
O futuro é algo em que não acredito
E que não existe em mim
Pois ainda que seja um mito
O presente nunca terá fim
Enquanto alguns pedem que o futuro
Venha curto como a espessura de um papel
Peço que pra mim venha como fazer um furo
Lento e passante numa parede de quartel
Vejo nesse inexistente futuro
Um quase inevitável tropeço
Que se quisermos derrubar o invisível muro
Devemos fazer de hoje um inesquecível começo
Marcelino
Pra algo tão obscuro
Que todo mundo espera
Por isto chamado futuro?
Pra muitos o pedido é comum
Normalmente entrar no rol
Das modelos a desfilar pelo mundo
Ou dos jogadores de futebol
O futuro me reservou uma surpresa
E então me formou poeta
Que como cigano com cartas na mesa
Equilibro na cabeça as palavras em ordem certa
O futuro é algo em que não acredito
E que não existe em mim
Pois ainda que seja um mito
O presente nunca terá fim
Enquanto alguns pedem que o futuro
Venha curto como a espessura de um papel
Peço que pra mim venha como fazer um furo
Lento e passante numa parede de quartel
Vejo nesse inexistente futuro
Um quase inevitável tropeço
Que se quisermos derrubar o invisível muro
Devemos fazer de hoje um inesquecível começo
Marcelino
São Paulo
Cidade técnica, cidade correta, cidade precisa
São Paulo
Vida corrida, vida intensa, vida sofrida
São Paulo
Avenidas extensas, avenidas intensas, avenidas unidas
São Paulo
Pessoas diferentes, pessoas emergentes, pessoas prestativas
São Paulo
Prédios imensos, com fluxo propenso a todo crescimento
São Paulo
Com carros potentes, motores ferventes e freios impotentes, pra toda essa movimentação
São Paulo
Com carisma inigualável, cultura invejável, força incalculável
São Paulo
Com dramas indispensáveis, eventos inimitáveis, surpresas impensáveis
São Paulo é só emoção, é só coração, é quase uma nação
São Paulo, será que eu conseguiria viver fora dessa situação?
São Paulo, exalando inspiração
Marcelino
Cidade técnica, cidade correta, cidade precisa
São Paulo
Vida corrida, vida intensa, vida sofrida
São Paulo
Avenidas extensas, avenidas intensas, avenidas unidas
São Paulo
Pessoas diferentes, pessoas emergentes, pessoas prestativas
São Paulo
Prédios imensos, com fluxo propenso a todo crescimento
São Paulo
Com carros potentes, motores ferventes e freios impotentes, pra toda essa movimentação
São Paulo
Com carisma inigualável, cultura invejável, força incalculável
São Paulo
Com dramas indispensáveis, eventos inimitáveis, surpresas impensáveis
São Paulo é só emoção, é só coração, é quase uma nação
São Paulo, será que eu conseguiria viver fora dessa situação?
São Paulo, exalando inspiração
Marcelino
Não posso, não consigo, não tenho
Com o que me divertir
Não acho, pelejo, não vejo
Motivo pra sorrir
Não sei por que não me vem
Sentimento que me faça bem
Não dá, não posso imaginar
Algo com que possa sonhar
Só vivo dores um momento ruim
Nem tudo é flores, mas por que é assim
O orgulho é entulho pra quem não pode ganhar
A embriaguez é embrulho, Elvis pode provar
Chocolate é bagulho
I'm back from Mauá
Não há mais sorriso ou Sol
Sou um caramujo só
Um Chuck Berry sem ré, nem si, nem dó
Um Pessoa perdido no hall
Aonde eu mexo não tem nada pra encontrar
Quem eu desejo não quer me amar
Marcelino
Com o que me divertir
Não acho, pelejo, não vejo
Motivo pra sorrir
Não sei por que não me vem
Sentimento que me faça bem
Não dá, não posso imaginar
Algo com que possa sonhar
Só vivo dores um momento ruim
Nem tudo é flores, mas por que é assim
O orgulho é entulho pra quem não pode ganhar
A embriaguez é embrulho, Elvis pode provar
Chocolate é bagulho
I'm back from Mauá
Não há mais sorriso ou Sol
Sou um caramujo só
Um Chuck Berry sem ré, nem si, nem dó
Um Pessoa perdido no hall
Aonde eu mexo não tem nada pra encontrar
Quem eu desejo não quer me amar
Marcelino
Eu confesso que já fiz
Algo que me deixasse feliz
Já fiz diferente
Já ajudei muita gente
já corri atrás da bola
Já pulei o muro da escola
Já escrevi um poema
Já assisti trailer de cinema
Eu já amei
Eu já criei
Eu já matei
Já disse eu te amo
Já furei um cano
Já assoei o nariz
Mas nem tudo me deixou feliz
Já usei o dicionário
Socorram-me subi no ônibus em Marrocos ao contrário
Disse o que não devia dizer
Não tive nada pra fazer
Já dormi sem tomar banho
Me embebedei na virada do ano
Já assisti seriado
Aproveitei o feriado
Me sujei de barro
Já comprei um carro
Já andei de bicicleta
Fiquei com a pessoa certa
Escrevi besteira até acabar a folha
Errei muitas das minhas escolhas
Mas nem tudo me fez feliz
Marcelino
Algo que me deixasse feliz
Já fiz diferente
Já ajudei muita gente
já corri atrás da bola
Já pulei o muro da escola
Já escrevi um poema
Já assisti trailer de cinema
Eu já amei
Eu já criei
Eu já matei
Já disse eu te amo
Já furei um cano
Já assoei o nariz
Mas nem tudo me deixou feliz
Já usei o dicionário
Socorram-me subi no ônibus em Marrocos ao contrário
Disse o que não devia dizer
Não tive nada pra fazer
Já dormi sem tomar banho
Me embebedei na virada do ano
Já assisti seriado
Aproveitei o feriado
Me sujei de barro
Já comprei um carro
Já andei de bicicleta
Fiquei com a pessoa certa
Escrevi besteira até acabar a folha
Errei muitas das minhas escolhas
Mas nem tudo me fez feliz
Marcelino
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Luzia Lulu
Eu não posso te ter
Você quer ser minha
Mas eu nasci sem sorte
Sou pobre, desavantajado e alegre
Coisa que pouca gente consegue
Por isso talvez você me queira tanto
E tanta gente nos veja com espanto
E isso espantou seu amor
Eu vi seu coração descendo na correnteza do rio
Luzia Lulu
Nunca mais te encontrei
Você me deixou, cai na armadilha, me formei
Formei minha vida, mas
Não se sinta esquecida
Nem mesmo depois que morrer
Você vai saber, minha linda
Que mesmo depois da sua partida
Vou sempre te esperar
Sei que não sou elegante
Não sou nada apaixonante
Pouco tenho pra encantar
Só que poucos amam como eu
E vão aceitar sempre antes
A vontade de Deus
Luzia Lulu
Te deixo esse registro
Do que tenho de mais bonito
Mesmo sem valor para o mundo
Só sei te amar
Marcelino
Eu não posso te ter
Você quer ser minha
Mas eu nasci sem sorte
Sou pobre, desavantajado e alegre
Coisa que pouca gente consegue
Por isso talvez você me queira tanto
E tanta gente nos veja com espanto
E isso espantou seu amor
Eu vi seu coração descendo na correnteza do rio
Luzia Lulu
Nunca mais te encontrei
Você me deixou, cai na armadilha, me formei
Formei minha vida, mas
Não se sinta esquecida
Nem mesmo depois que morrer
Você vai saber, minha linda
Que mesmo depois da sua partida
Vou sempre te esperar
Sei que não sou elegante
Não sou nada apaixonante
Pouco tenho pra encantar
Só que poucos amam como eu
E vão aceitar sempre antes
A vontade de Deus
Luzia Lulu
Te deixo esse registro
Do que tenho de mais bonito
Mesmo sem valor para o mundo
Só sei te amar
Marcelino
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Samba de Paris
Ah que beleza!!!
Toda vez que meu bem fala à la francesa
Gourmet, merci beaucoup
Moi, i love you
Toda vez
Que mon chéri fala francês
Eu que sou brasileiro
Patriota e corinthiano
Estremeço inteiro
Quando meu bem
Diz eu te amo
Ma fille, menu
Se isso te faz feliz
Vou te levar para Paris
Eu que sou paulistano ( de coração)
Me abalo
Quando ela diz
Que prefere são Paulo
Marcelino
Toda vez que meu bem fala à la francesa
Gourmet, merci beaucoup
Moi, i love you
Toda vez
Que mon chéri fala francês
Eu que sou brasileiro
Patriota e corinthiano
Estremeço inteiro
Quando meu bem
Diz eu te amo
Ma fille, menu
Se isso te faz feliz
Vou te levar para Paris
Eu que sou paulistano ( de coração)
Me abalo
Quando ela diz
Que prefere são Paulo
Marcelino
Levanta, levanta e vai trabalhar
Não fica parado esperando ajuda
Levanta que a vida é dura
Levanta e vai se virar
Não adianta ficar aguardando
Vê que a chance tá passando
E não é hora de bocejar
Lava essa cara de sono
Para de fingir abandono
Vai pra depois não chorar
Levanta que ainda tá cedo
Deixa pra outra hora o medo
Que ainda tá cedo pra temer
Então corre pra não se arrepender
Marcelino
Não fica parado esperando ajuda
Levanta que a vida é dura
Levanta e vai se virar
Não adianta ficar aguardando
Vê que a chance tá passando
E não é hora de bocejar
Lava essa cara de sono
Para de fingir abandono
Vai pra depois não chorar
Levanta que ainda tá cedo
Deixa pra outra hora o medo
Que ainda tá cedo pra temer
Então corre pra não se arrepender
Marcelino
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